Estudante faz descoberta que pode salvar atletas com problemas no coração:b bet365

Foto: Competição Nacionalb bet365Ciência e Engenharia/Associação Britânicab bet365Ciências

Crédito, BBC World Service

Legenda da foto, Henry Roth pretende cursar medicina (Foto: Competição Nacionalb bet365Ciência e Engenharia/Associação Britânicab bet365Ciências)
  • Author, James Gallagher
  • Role, Editorb bet365Saúde da BBC News

b bet365 Um estudante britânicob bet36518 anos fez uma descoberta científica que pode ajudar a salvar as vidasb bet365atletas negros portadoresb bet365problemas cardíacos não diagnosticados.

Henry Roth provou que são necessários exames diferentes para detectar a cardiomiopatia hipertróficab bet365atletas brancos e negros, algo que atualmente não é feito.

A cardiomiopatia hipertrófica é um problema hereditário e causa o aumento do músculo cardíaco, o que aumenta o riscob bet365uma parada cardíaca repentina.

Roth decidiu investigar o problema depois da morteb bet365um tio dele,b bet365apenas 21 anos, devido ao problema.

O projetob bet365pesquisa do estudante surgiu a partirb bet365uma conversa com um cardiologista do Hospital St. George,b bet365Londres, que fez exames no coraçãob bet365Roth para verificar se ele também tinha a doença.

Os dois conversaram sobre como atletas negros tinham um risco maiorb bet365ter o problema.

Sem diagnóstico

A cardiomiopatia hipertrófica leva ao aumento do músculo cardíaco. Como exercícios intensos também podem aumentar o músculo cardíaco, muitos atletas não são diagnosticados.

Um exemplo foi o jogador Fabrice Muamba, do time britânico Bolton, que desmaioub bet365campob bet3652012 devido a uma parada cardíaca, apesarb bet365ser apontado como um dos jogadoresb bet365melhor forma do clube. Ele ficou muito tempo sendo atendido até que os médicos conseguiram fazer o coração dele voltar a funcionar.

No entanto, Marc-Viven Foe, jogadorb bet365Camarões, morreu durante uma partidab bet3652003.

Outra outra formab bet365detectar a doença é medir os níveis máximosb bet365consumob bet365oxigênio dos atletas durante exercícios cardiovasculares.

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Legenda da foto, Fabrice Muamba não foi diagnosticado até ter uma parada cardíacab bet365campo

Depoisb bet365estudar atletas profissionais, Henry Roth descobriu que a média do nível máximob bet365consumob bet365oxigênio é diferente entre atletas brancos e negros, mas os médicos usavam a mesma medição para diagnosticar ambos.

Por isso, atletas negros portadores da doença podem não ser diagnosticados.

Roth afirmou que não acreditava que a diferença entre atletas brancos e negros ainda não tivesse sido notada.

"Francamente, fiquei chocado, mas são necessárias pessoas chocadas para se fazer algo a respeito, fazer algo acontecer e não apenas aceitar as práticasb bet365sempre", disse.

Histórico familiar

"Henry tem uma sede por pesquisas do coração, motivada pela experiênciab bet365sua família com morte súbita (por doença) cardíaca", disse o cardiologista do Hospital St. George que ajudou o estudante, Sanjay Sharma.

"Ele quer garantir que outras famílias não passem pelo que ele passou, e estou muito animado pela pesquisa que ele realizou comigo e meus colegas no Hospital St. George. O trabalhob bet365Henry tem o potencialb bet365mudar a forma que examinamos atletas para (detectar) cardiomiopatia hipertrófica", acrescentou.

A pesquisab bet365Roth foi finalista no Concurso Nacionalb bet365Ciência e Engenharia da Grã-Bretanha.

Só na Grã-Bretanha, umab bet365cada 500 pessoas tem o problema, apesarb bet365a doença não afetar as vidas da maioria dos pacientes.

"Um avião no chão com um problema mecânico não é perigoso, mas, assim que ele começa a voar, torna-se perigoso. Assim que eles (os atletas) vão para para o campo, há a possibilidadeb bet365arritimia (batimento cardíaco irregular)", explicou Roth.

O estudante vai voltar ao Hospital St. George para continuar suas pesquisas antesb bet365tirar um ano para viajar. Em seguida, ele pretende estudar medicina.