Descobrindo o feminismoroleta digitalgeração que cresceu com Xou da Xuxa:roleta digital
A crítica já começa a surtir efeito. Em janeiro, foram fundados os primeiros grupos feministas para mulheres negras estudandoroleta digitalOxford, por exemplo.

Crédito, Yara Rodrigues Fowler
Para entender essa tendência no Brasil, eu entrevistei Zaíra Pires, cofundadora do site <link type="page"><caption> Blogueiras Negras</caption><url href="http://blogueirasnegras.org/" platform="highweb"/></link>.
No site, experiências e opiniões diversas mostram que a vertente mais democrática do feminismo também está viva no Brasil.
Quem entrar ali encontrará depoimentos emocionantes, como oroleta digitalDulci Lima sobre o papel queroleta digitalmãe teve emroleta digitalconsciência racial e como foi crescer como uma menina negra durante o apogeu do Xou da Xuxa. Leia <link type="page"><caption> aqui</caption><url href="http://blogueirasnegras.org/2014/02/13/sobre-como-minha-mae-me-ensinou-consciencia-racial/" platform="highweb"/></link>.
Ou o <link type="page"><caption> interessante texto</caption><url href="http://blogueirasnegras.org/2013/05/29/elogio-racista/" platform="highweb"/></link>roleta digitalCharô Nunes intitulado "Deixarroleta digitalser racista, meu amor, não é comer uma mulata", com cinco elogios racistas que mulheres negras frequentemente ouvem.
E, mais especificamente sobre o tema deste blog, o textoroleta digitalMárcia Vasconcelos sobre o que poderia ser chamadoroleta digitalracismo do feminismo tradicional. Leia <link type="page"><caption> aqui</caption><url href="http://blogueirasnegras.org/2014/02/11/as-feministas-negras-e-as-de-cor-diferente/" platform="highweb"/></link>.
Zaíra me explicou que o feminismo no Brasil também está mudando substancialmente. Atinge "mais pessoas, mais mulheres, se torna mais palatável, mais divertido e muito mais efetivo, uma vez que muito mais mulheres e homens têm a oportunidaderoleta digitalconhecer suas teorias".
Zaíra credita as mudançasroleta digitalparte ao poder da internet. "Blogs e redes sociais são plataformas poderosas", disse. Aprendi muito com o site Blogueiras Negras nesta viagem ao Brasil.








