Analistas avaliam as três opções1 betsMarina para 2º turno:1 bets

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O cenário mais improvável, segundo os analistas, seria um eventual apoio ao PT, partido do qual foi militante até 2009.

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"Ela foi muito agredida pela campanha1 betsDilma. A relação entre o PT e Marina se desgastou demais", disse à BBC Brasil o cientista político Carlos Pereira, da Fundação Getúlio Vargas no Rio1 betsJaneiro.
Marco Aurélio Nogueira, cientista político da Universidade do Estado1 betsSão Paulo (Unesp), acredita que um apoio ao PT no segundo turno seria um "atestado1 betsincoerência" por parte1 betsMarina.
"Depois1 betstudo que aconteceu na campanha, se ela apoiar o PT decretará1 betsmorte na política", diz Nogueira.
Para Rafael Cortez, da consultoria Tendências, os duros ataques contra Marina por parte da campanha1 betsDilma terão um grande peso nesta decisão.
"Em política, nunca podemos dizer que algo é impossível, mas,1 betsdiversos momentos, ela se mostrou muito triste com o presidente Lula. Acho difícil que isso seja resolvido1 betstão pouco tempo", afirma Cortez.
Já a possibilidade1 betsum eventual apoio à campanha1 betsAécio Neves é menos remota, na opinião1 betsalguns analistas.
<link type="page"><caption> Leia mais: Como Aécio virou o jogo e chegou ao 1º turno</caption><url href="http://www.bbc.co.ukhttp://roberthost1.accountsupport.com/noticias/2014/10/141004_eleicoes2014_vitoria_aecio_lgb" platform="highweb"/></link>
O cientista político David Fleischer, da Universidade1 betsBrasília, acredita que, "se a raiva prevalecer", por conta dos ataques sofridos durante a primeira parte da campanha, "Marina apoiará Aécio".
Pereira, da FGV-RJ, também acredita numa aproximação entre Marina e o PSDB neste segundo turno.
"A propensão é ela apoiar o Aécio. Já existia um acordo informal entre Eduardo Campos e Aécio1 betsapoio no segundo turno. Marina vem honrando os acordos firmados por Campos, por isso, seria delicado ela assumir uma neutralidade", afirma.
Já o cientista político Antonio Carlos Mazzeo, da Unesp, não acredita que Marina veja necessidade1 betshonrar acordos do PSB para o segundo turno.
"Marina não é o PSB, ela é Rede e continuará a viabilizar seu próprio partido. Parte do PSB sequer fez campanha para ela no primeiro turno. E uma parte do partido, principalmente a ala comandada pelo seu presidente, Roberto Amaral, é lulista", afirma Mazzeo.
'Posição difícil'

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Para Nogueira, da Unesp, as chances maiores são1 betsMarina se manter neutra nesta etapa da disputa.
"Ela está numa posição difícil, porque também foi muito atacada pelo PSDB. Vai ter muita dificuldade1 betsdar este apoio", diz Nogueira.
Cortez, da consultoria Tendências, acredita que, para se manter coerente com seu discurso1 betscampanha, Marina provavelmente não apoiará nenhum dos dois partidos ainda na disputa.
"Ela diz que seu projeto visa superar a polarização entre PT e PSDB, e isso aponta para uma nova neutralidade no segundo turno", afirma Cortez.
"Ela será assediada principalmente por Aécio Neves, mas só acho que este acordo será costurado se ele a convencer1 betsque será mais fácil colocar a Rede1 betspé sem o PT no poder e se ele usar a aprovação do fim da reeleição, que estava entre as propostas dela, como uma moeda1 betstroca."
O cientista político Wilson Gomes, da Universidade Federal da Bahia, também aposta na neutralidade1 betsMarina.
"Não é do perfil dela apoiar um partido ou o outro. Ela vai se manter reticente e, no fim, acredito que não embarcará1 betsnenhuma canoa", afirma Gomes.
"Ela diz que não acredita na política atual, que os quadros que se apresentam nos outros partidos são antigos. Agora, não faria sentido subir no palanque do PT ou do PSDB."








